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Saturday, December 31, 2011

É o ano do dragão....


O bichinho cospe fogo e aumenta tudo...

O espírito indomável do Dragão tornará tudo maior no ano que vem. Teremos energia adicional e combustível para fazer de 2012 um ano marcante. Outro aspecto positivo deste ano é que será bom para negócios e dinheiro, que poderá ser gerado ou obtido facilmente. É o momento de pedir ao gerente um empréstimo ou pedir para o chefe um aumento. Mas com os grandes gastos, aqueles que ultrapassam os limites do razoável. O poderoso Dragão não é muito prudente. Com ele é tudo ou nada.

Os orientais consideram que este é um ano auspicioso, bom para casar, ter filhos ou começar um negócio novo, porque o Dragão benevolente traz a boa fortuna e a felicidade. Entretanto, este é também um momento de moderar o nosso entusiasmo e de olhar duas vezes antes de dar um salto maior que as pernas. O afortunado Dragão rega com a sua sorte indiscriminadamente tudo, inclusive nossos erros. O sucesso e as falhas serão ampliados da mesma maneira.
No ano do Dragão, os desastres serão tão grandiosos quanto as fortunas. Este será um ano marcado por muitas surpresas e atos violentos da natureza. Temperamentos e ânimos se aquecem. As pessoas ficam mais sujeitas às ofensas, brigas e discussões. As paixões são mais difíceis de serem controladas. A atmosfera elétrica criada pelo poderoso Dragão afetará de forma individual e coletivamente todos nós e também a natureza.
Fonte: Jacqueline Cordeiro (http://www.esoterissima.com.br/esoterissima/).

Previsões astrológicas para 2012


Esta sei que é do astrólogo Sergio Frug da revista Caras que, pode crer, adoro ler, mas, somente as frases que colocam lá.

2012 será uma Sinfonia em Quatro Movimentos:

Primeiro Movimento – A Regência
O ano astrológico de 2012 será regido pela Lua, o que confere grande percepção e sensibilidade, incrementando o “sexto sentido” e favorecendo as virtudes femininas. Beneficia as qualidades da memória e aprimora o fluir das emoções. Sendo tão característico do espírito feminino, este astro certamente trará instabilidades, tornando mais difícil compreender certos acontecimentos. O segredo então é não tentar entender essas coisas, mas sim senti-las e reconhecê-las por nossas memórias e sensações internas. Confie na intuição!

Segundo Movimento – Netuno em Peixes

Já em fevereiro de 2012 este distante e poderoso astro regente do Amor Universal retorna ao seu signo de domicílio após longa viagem pelos quatro cantos do Zodíaco. Mais sábio e experiente, o deus dos mares certamente nos reserva surpresas de todos os níveis, pois lida com os mundos invisíveis, em que a Humanidade vai aos poucos começando a penetrar. Muitas crenças antigas serão dissolvidas e muitas visões espirituais desenvolvidas, numa profusão de novas ondas, marolas e tsunamis penetrando na cultura social. Aqui o segredo é escolher a sua própria onda, permitindo-se o privilégio de se entregar às grandes inspirações que o seu coração certamente vai revelar.

Terceiro Movimento – Trânsito de Vênus

Chegando ao meio do ano, este raro fenômeno cósmico acontece no início de junho. Muito semelhante a um Eclipse Solar, onde a Lua esconde o Sol dos nossos olhos, o planeta Vênus, regente do amor e da beleza, vai se interpor entre Gaia, a nossa Terra; e Hélios, o nosso Sol. Assim os raios solares terão que atravessar a atmosfera venusiana para chegar até nós, colorindo-se então pelos atributos de beleza, elegância, amor e qualidade de relacionamento gerenciados por esta divindade tão especial. Aqui, portanto, a dica é muito simples e óbvia: não faça nada sem amor! Permita que as mágoas se esgotem no ano da Lua e os ressentimentos se dissolvam nas difusas ondas de Netuno.

Quarto Movimento – o Alinhamento

Chegamos então ao gran finale da nossa Sinfonia 2012. O tom cósmico que nos atingirá no terceiro decanato do mês de dezembro vem sendo cantado e decantado em verso e prosa como os ventos do fim do mundo. Profecia maia antes de tudo, este alinhamento entre o Sol e o próprio centro da galáxia pode ser considerado como um “upgrade” nos atributos do planeta, da Humanidade e do próprio Sistema Solar como um todo. Estamos subindo de nível, evoluindo de uma consciência individual para uma consciência galáctica, muito mais ampla e coletiva. Já o que tende a terminar a partir desse “fim de mundo” não são as pessoas nem o planeta, mas sim as idéias, as crenças e limitações antigas. Há um novo farol a nos guiar, portanto o segredo é sem dúvida aproveitar este raríssimo alinhamento realinhando-se cada um de nós com a verdade.

Previsões para 2012


O ANO DO DRAGÃO
Sou um mistíco e um cético, logo, não acredito em bruxas, mas,...
Saí procurando na web, revistas e jornais as previsões que, este ano, por sinal, estão mais genéricas que nunca. Ótimo que errarão menos. Não resisto, porém, a postar. O ruim é que (uma dessas coisas que acontece comigo) perdi a fonte (ou as fontes, sei lá) das previsões. Só posso dizer que nesta matéria só entendi, no passado, um pouco de I Ching, em suma, nada daqui me pertence. Foi pescado e devolvo para a rede.
Horóscopo chinês
2012 é o ano do Dragão. Este período costuma exigir muito esforço para superar as dificuldades. O lema do ano é “Crescer nos estudo e confiar no que faz”. A economia mundial irá se recuperar, no entanto, lentamente e o mundo estará sujeito ainda mais à fúria da natureza. Surgirão hecatombes naturais, como tsunamis e fortes abalos sísmicos. O Brasil terá uma maior inflação e menos crescimento na economia, porém, as condições atuais não mudarão muito, embora seja um tempo de ter cautela com o endividamento e cuidar com afinco das finanças. As cores favoráveis para 2012 são avermelhadas e amareladas de quaisquer tonalidades.

Numerologia
A soma dos algarismos do ano: 2+0+1+2 = 5. Logo, 2012 é um ano 5. Um ano favorável às viagens, mudanças e grandes paixões. É tempo de sair do marasmo e investigar novas oportunidades. Será um ano de decisões e escolhas, uma vez que o número 5 é uma encruzilhada. Por ser um ano de contínuas mudanças, devemos nos tornar mais flexíveis e se adaptar,pois, é provável que, qualquer plano, tenha que ser alterado. É hora de mudar o que precisa ser mudado; mudar conceitos, maneiras de agir e pensar, mudar comportamentos, alterar ideias e ideais, interagir mais e mais. Para viver bem as energias deste ano, a pedra é a rodonita, a pedra do discernimento, que nos ensina a efetuar mudanças construtivas e a valorizar o que temos.
Búzios
O ano de 2012 terá como regentes os orixás Oxum, Oxalá e Xangô.Segundo os búzios as mulheres terão grande destaque. A fertilidade estará em alta. É tempo do surgimento de grandes amores(Oxum, a Deusa do amor, favorecerá os sentimentos). As chuvas, em quantidade, irá provocar grandes enchentes com deslizamentos. Na política,os escandâlos continuarão sendo a tônica e muitas e grandes falcatruas serão descobertas.É preciso verificar que Xangô, o Deus da justiça,impera. Será, portanto, um ano de muitas cobranças, quem deve, com certeza, pagará. Na saúde, também não se espere muitas mudanças nem o fim do caos nos hospitais públicos. A violência no país deve aumentar, os governantes, incluindo a presidente Dilma, passará por momentos muito difíceis, inclusive na área de transportes, segurança e energia, o que irá prejudicar o turismo e a imagem do Brasil. Porém,longe de acabar o mundo o que se verá é um tempo de depuração, de transformação, inclusive da política, razão pela qual os que estiverem metidos em crise devem agir com rapidez, eficiência e cortar na própria carne se necessário. As fantasias mentirosas serão rasgadas, mas, quem souber navegar chegará no fim do ano mais forte.

Friday, December 30, 2011

Thursday, December 29, 2011

Leptospirose pode ser um grande problema


Semusa alerta sobre a leptospirose

PREVENÇÃO- A Semusa pretende diminuir os casos mais graves alertando sobre a necessidade de atenção para a doença na época chuvosa.

A Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) alerta a população para os riscos da leptospirose, doença infecciosa, que, em 95% dos casos, é adquirida, por contato com água contaminada pela urina do rato. Segundo a diretora do Departamento de Vigilância Epidemiológica e Ambiental, Rute Bessa, a doença é causada pela bactéria leptospira, que penetra no organismo por meio de pequenos ferimentos na pele. “Sendo a doença mais onipresente no mundo e que tem alta incidência no período chuvoso, quando as alagações em áreas residenciais aumentam as chances de transmissão da doença”. Ainda, segundo ela, uma importante recomendação do Ministério da Saúde é a da avaliação médica para todo indivíduo exposto a enchente que apresente febre, mialgia (dor muscular), cefaléia (dor de cabeça) ou outros sintomas clínicos no período de até 30 dias após contato com lama ou águas de enchente. Bessa lembra que, em certos casos, a leptospirose é uma doença altamente letal por matar 10% a 15% das pessoas infectadas. A Semusa tem divulgado o máximo possível os sinais e sintomas como forma de prevenção da doença
SINAIS E SINTOMAS
Febre alta, fortes dores de cabeça, calafrios, dores musculares, vômitos, dores abdominais e diarréia. É uma doença infecciosa febril de início abrupto, cujo espectro pode variar desde um processo com pousos sintomas aparentes até formas graves, com alta letalidade.
MODO DE TRANSMISSÃO
A infecção humana resulta da exposição direta ou indireta à urina de animais infectados. A penetração do microrganismo ocorre através da pele com presença de lesões, da pele íntegra imersa por longos períodos em água contaminada ou através de mucosas. O contato com água e lama contaminadas demonstra a importância do elo hídrico na transmissão da doença ao homem. Outras modalidades de transmissão possíveis, porém com rara freqüência, são: contato com sangue, tecidos e órgãos de animais infectados, transmissão acidental em laboratórios e ingestão de água ou alimentos contaminados. A transmissão entre humanos é muito rara e de pouca relevância epidemiológica, podendo ocorrer pelo contato com urina, sangue, secreções e tecidos de pessoas infectadas.
PERÍODO DE INCUBAÇÃO
Varia de 1 a 30 dias (média entre 5 e 14 dias).
PROTEÇÃO DA POPULAÇÃO
Orientar e adotar as medidas de prevenção da doença, particularmente antes e durante o período das grandes chuvas. Alertar a população para que evite entrar ou permanecer desnecessariamente em áreas alagadas ou enlameadas sem a devida proteção individual, bem como a adoção das medidas de desinfecção de domicílios após as enchentes. Descartar os alimentos que entraram em contato com águas contaminadas, bem como verificar se o tratamento da água de uso doméstico está adequado.

Fonte: Semusa

Tuesday, December 27, 2011

AUMENTA 2,5% O PREÇO DA CESTA BÁSICA ...


DE PORTO VELHO EM DEZEMBRO
Os dados foram divulgados pelo Programa de Educação Tutorial – PET do curso de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Rondônia - UNIR.

O preço da cesta básica, em Porto Velho, custa atualmente R$230,83, revertendo a tendência de queda, com alta de 2,5% na comparação com o mês de novembro, quando a cesta custava R$225,25. Em relação ao mês de dezembro do ano passado, a alta ficou em 9,6%. Os produtos que tiveram aumento em seus preços na comparação com mesmo período do ano passado foram tomate (31,6%), banana (27%), café (25,8%), óleo de cozinha (19,4%), pão (10,3%), leite (4,7%), e arroz (2,4%). Os produtos que tiveram queda em seus preços foram a farinha (-10,4) e a carne (-4,8%). O açúcar e o feijão mantiveram seus preços estáveis.
No ano, a cesta básica apresenta alta de 12,7%, incluído o aumento dos preços deste mês de dezembro, na comparação com o acumulado até novembro (10,3%). Dos 12 produtos pesquisados, sete apresentaram aumento de preço em dezembro quando comparado com mês passado: pão (17%), café (16,8%), banana (16,7%), feijão (8,8%), farinha (7,1%), arroz (6,6%) e manteiga (3,2%). Produtos que apresentaram queda de preço: tomate (-19%) e açúcar (-3,2%). Mantiveram preços estáveis a carne, o óleo de cozinha e o leite. Os treze produtos da que compõem a cesta básica são pesquisados em diversos estabelecimentos comerciais da cidade de Porto Velho. A pesquisa é feita a partir de metodologia similar à utilizada pelo DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, que faz a pesquisa em dezessete capitais brasileiras.

Monday, December 26, 2011

Médico rondoniense é destaque na imprensa nacional


Primeira cirurgia pouco invasiva para tratar doença cardíaca rara

Cassio Fon Ben Sum, residente de cardiologia pediátrica do Hospital Pequeno Príncipe, nasceu em Porto Velho. O médico é filho do representante comercial Cássio Fon e da comerciante Margarete Dias
Foi realizado, pela primeira vez no país, um procedimento não invasivo, por cateterismo, para tratar uma doença chamada túnel aorta-ventrículo direito. O Brasil é o segundo país a usar o cateterismo para tratar a doença --outra criança recebeu o mesmo tratamento na Índia, no ano passado. O procedimento foi feito em dezembro de 2010 em uma criança de um ano e quatro meses em Curitiba e foi apresentado neste ano nos congressos brasileiros de hemodinânica e cardiologia. O túnel é uma abertura entre a artéria aorta e uma cavidade do coração. Isso aumenta o fluxo de sangue para o ventrículo direito. A longo prazo, causa insuficiência cardíaca, pressão alta e atraso no desenvolvimento físico.
A doença congênita é rara --há apenas 11 casos confirmados na literatura médica, todos em crianças. Dez foram tratadas com cirurgia aberta, e quatro delas morreram.
Na técnica não invasiva um cateter é inserido na virilha e vai ao coração. Dentro do cateter há um plugue, que, como uma rolha, fecha o furo.
Segundo Cassio Fon Ben Sum, residente de cardiologia pediátrica do Hospital Pequeno Príncipe, onde o procedimento foi feito, a técnica é segura e eficaz para esse tipo de problema congênito.
A intervenção foi paga pelo SUS e o plugue foi doado pela empresa que o fabrica.
"A cirurgia aberta seria mais difícil porque, na região afetada, estão as artérias coronárias, que são delicadas. Qualquer acidente poderia interromper o fornecimento de sangue no coração."
A tendência é que o cateterismo seja usado em procedimentos cada vez mais complicados, segundo Carlos Pedra, médico intervencionista do HCor (Hospital do Coração). "A evolução da tecnologia e a miniaturização dos materiais permite abordar lesões muito complexas."
Ele diz que, hoje, 70% das doenças cardíacas podem ser tratadas via cateterismo. Algumas, no entanto, não devem perder a indicação de cirurgia aberta, como a correção da inversão nas ligações da aorta e da artéria pulmonar com o coração.
"Mas hoje esses pacientes podem ser tratados com um misto de cateterismo e cirurgia. Em vez de competirem, as duas trabalham juntas."
CANSAÇO
Com poucos dias de vida, Gustavo Menegacio dos Santos, de Colombo, no Paraná, tinha dificuldade para respirar, transpiração intensa, baixo peso e se cansava muito, principalmente após mamar. Feito o diagnóstico, os médicos esperaram um ano para intervir. "Há problemas similares que se resolvem sozinhos depois de um ano. Enquanto isso, iniciamos tratamento com remédios", diz Léo Solarewicz, coordenador do serviço de hemodinâmica do Pequeno Príncipe.
A equipe então discutiu a possibilidade de fazer o tratamento não invasivo. "Os médicos disseram que seria melhor. Ele se recuperaria mais cedo e não sentiria muita dor", diz Tamara Menegacio, 20, mãe de Gustavo. Ela conta que ficou apreensiva pelo fato de o filho ser o primeiro no país a fazer o procedimento. Hoje, um ano após a operação, Gustavo não tem sintomas nem usa remédios. "Talvez ele não pudesse correr, seria uma criança sempre cansada. Hoje está bem, é um menino arteiro."

Fontes: Folha de São Paulo e O Globo

Sunday, December 25, 2011

Saturday, December 24, 2011

AS COISAS GRANDES QUE SÃO FEITAS


E que merecem ser divulgadas
Desde o início da implantação do MEI o SIMPI fez uma intensa campanha e cadastrou mais de três mil empresas que saíram da informalidade tornando-se Micro Empreendedor Individual.
Outro efeito positivo é que praticamente o dobro de pessoas foram formalizadas e muitos negócios puderam ser prestados para empresas e instituições governamentais, importações e exportações.
Foi um grande avanço socioeconômico, mas que na época quando foi lançado e com o passar do tempo percebeu-se que ainda poderia ser melhorado e foi a partir do momento em que o então Senador Acir Gurgacz assumiu seu mandato e fez uma reunião na sede do SIMPI com o presidente da entidade Sr. Leonardo Sobral e ouviu atentamente as críticas construtivas a respeito do MEI.
Em resumo foi dito que um MEI já tem seu mercado de trabalho conquistado desde quando trabalhava na informalidade, bem como pessoas que os auxiliassem e em algumas ocasiões faturam mais do que o teto estipulado pela legislação.
Foi sugerido entre outras coisas que o teto de faturamento fosse aumentado e que o MEI pudesse contratar dois funcionários e ampliação de alguns incentivos como, por exemplo, o da exportação.
Acir Gurgacz comprometeu-se em levar esta bandeira e vem cumprindo, hoje, graças à palavra dada e o trabalho sério, originou-se o Projeto de Lei Nº 195 de 2010 que foi aprovado com pouquíssimas alterações, onde o projeto propõe o aumento de 72 mil, porém foi aprovado 60 mil com a possibilidade de contratação de até dois funcionários.
O projeto aprovado potencializa a retirada de quase um milhão de empreendedores da informalidade e a geração de dois milhões de empregos. Acir disse que ainda lutará para a aprovação do teto 72 mil e o presidente do SIMPI, Leonardo Sobral, irá em 2012 estender o cadastro de formalização do MEI para o interior de Rondônia.
Assim trabalham pessoas sérias e de bom caráter. Divulgar estes atos não é mais do que obrigação jornalística é também fazer justiça, além de mostrar ao mundo que em Rondônia têm pessoas e políticos comprometidos com o que é justo e perfeito para a sociedade.

Tuesday, December 20, 2011

Saturday, December 17, 2011

O Luiz Carlos Marques postou...


E, para dizer a verdade, gostei mais da foto do que da matéria, mas, como diz a notável Dra. Bessa "Gosto mesmo é do imprevisto". Eu também e, por tal razão, o Mantega ficou um gracinha de botafoguense.

Brasil é o Botafogo dos Brics

SEGUNDA DIVISÃO – O desempenho da economia brasileira nas últimas rodadas do presente exercício fiscal fez com que a presidenta Dilma demitisse o ministro da Fazenda Guido Mantega a duas semanas úteis do final do ano: “Não interessa. Achamos que um novo comandante saberá reverter a situação a tempo de salvar 2011”, declarou.

O secretário da Presidência, Gilberto Carvalho, negou porém que o governo já esteja em entendimentos com o técnico Oswaldo de Oliveira. “Não temos pressa e não precisamos nos preocupar. É certo que, em termos de desempenho econômico, uma vez mais terminamos bem atrás de China, Índia, Rússia e África do Sul, mas quem deu ao mundo Garrincha e Nilton Santos tem o seu lugar assegurado no grande concerto das nações”, disse. “Ainda somos grandes”, assegurou à grande massa torcedora do Brasil, formada por treze almas e um vira-lata, a qual compareceu em peso ao Palácio do Planalto.

Nem todos se mostraram compreensivos e alguns chegaram a reclamar da desdita do país. “Nos disseram que dessa vez a coisa ia. Chegaram a espalhar que o Tombini e o Cortês eram de nível internacional, e que o FMI e o Real já estavam de olho. Aí vem o terceiro trimestre e o PIB é essa coisa que se viu”, protestou o comediante Marcelo Adnet, um dos mais exaltados. Segundo ele, Tombini agora não tem vaga nem na Caixa de Pecúlio de Tessalônica; quanto a Cortês, “se tiver sorte talvez consiga uma bocada num time da República Democrática do Congo”.

Outro comediante, Hélio de la Peña, foi visto sentado no meio-fio. Dirigia o olhar perdido em direção à distância e balbuciava a quem se aproximasse: “A Letônia cresceu mais do que Brasil. A Estônia passou à nossa frente. O Vietnã nos deixou para trás.”

Alguns tentaram jogar a culpa nos árbitros do IBGE, enquanto outros, inclusive o vira-lata, choravam.

No final da tarde, a presidenta Dilma anunciou dois novos reforços, o jogador Jobson e o ex-ministro da Fazenda Antônio Delfim Neto: “Acreditamos em sangue novo”, disse a presidenta, enquanto o vira-lata se atirava no lago Paranoá.

Thursday, December 15, 2011

Governo gastou só 16,9% dos recursos previstos...

Do Programa de Aceleração do Crescimento-PAC
O governo acabou o ano de 2011 aplicando muito menos do que o havia previsto para seus principais programas. O ritmo lento de execução atinge até mesmo o carro-chefe da gestão petista: dos 40,9 bilhões alocados para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) neste ano, só 6,9 bilhões (16,9%) foram pagos. Outros 16,6 bilhões foram usados para cobrir restos a pagar da primeira etapa do PAC, ainda no governo Lula.O índice de execução é ainda menor quando são levados em conta outros programas, como o Minha Casa, Minha Vida (0,79%), o Luz para Todos (0,27%), a implantação de sistemas de esgoto (0,41%) e a Polícia Nacional sobre Drogas (16,37%). Um dos raros setores com aplicação razoável dos recursos previstos foi o Programa de Agricultura Familiar (Pronaf), com pagamento de 50,9% do destinado. O percentual empenhado do PAC até agora é de 69,5% e, do Minha Casa, Minha Vida, 69,8%. Os dados foram obtidos do Siafi, o sistema de acompanhamento de gastos do governo, e levaram em conta o período entre 1º de janeiro e 12 de dezembro sendo fruto de um balanço apresentado, hoje, quinta-feira pelo líder do PSDB na Câmara, Duarte Nogueira (SP). Ele também disse que o gasto com pessoal subiu 11,8% na comparação com 2010. Ao todo, foram gastos 732 bilhões de reais com salários e encargos trabalhistas. E concluiu afirmando que "A presidente Dilma está menos eficiente até do que o Lula", o que, para ele, "Isso é reflexo do congelamento da máquina. E esse é o maior desafio da presidente: enxugar, qualificar e botar para funcionar"

Wednesday, December 14, 2011

Zapelini e Kanitar vão dirigir o COFECON


CONCEITUADOS- Mais dois conceituados economistas passam a dirigir, no ano de 2012, os destinos do Conselho Federal de Economia.

Os economistas Ermes Tadeu Zapelini e Kanitar Aymoré Saboia Cordeiro foram eleitos, respectivamente, presidente e vice-presidente do Conselho Federal de Economia - COFECON para o ano de 2012. O ato eleitoral ocorreu na manhã de sábado (10). A chapa 2, apresentada pelo conselheiro Jin Whan Oh e formada por Zapelini e Kanitar, recebeu 17 votos contra 9 da chapa 1, apresentada pelo conselheiro Júlio Miragaya e formada por Roberto Piscitelli e José Luiz Amaral Machado. A comissão eleitoral foi presidida pelo conselheiro Luiz Alberto Machado e formada também por Paulo Brasil e Marcelo Pereira de Mendonça.

Ermes Tadeu Zapelini
O catarinense Ermes Tadeu Zapelini graduou-se em Economia pela UFSC em 1967 e doze anos depois concluiu o mestrado em Economia pela UFRGS. Trabalhou na Controladoria Geral do Estado de Santa Catarina, na Secretaria de Fazenda, na Companhia de Desenvolvimento do Estado de Santa Catarina, foi Vogal da Junta Comercial do estado, presidente da Fundação de Estudos e Pesquisas Sócio-Econômicos e professor titular da UFSC, onde chefiou o Departamento de Economia e foi diretor do Centro Sócio-Econômico. Zapelini presidiu o Conselho Regional de Economia de Santa Catarina nos anos de 2000 e 2007. Foi conselheiro federal no período 2008/2010, sendo reeleito para o triênio 2011/2013.
Kanitar Aymoré Saboia Cordeiro
O paranaense Kanitar Aymoré Sabóia Cordeiro formou-se em Economia pela UFPR em 1965, na Turma Celso Furtado. Entrou em 1962 para o Banco de Desenvolvimento Econômico do Paraná (BADEP), onde permaneceu até 1971 e chegou a chefe do Departamento Financeiro - e de 1979 a 1984 fez parte do Conselho Fiscal, representando a UFPR. Em 1971 chefiou também o Departamento Financeiro do Banco Bamerindus de Investimento. No ano seguinte ingressou na Companhia de Urbanização de Curitiba (como diretor financeiro), onde foi um dos responsáveis pela organização e implementação do projeto Cidade Industrial de Curitiba (CIC). Foi também professor da UFPR de 1970 a 1994. Consultor de empresas desde 1985, é sócio diretor da KM Consultoria Econômica e Financeira, fundada em 1990. Kanitar presidiu o Conselho Regional de Economia do Paraná por três anos consecutivos, de 1981 a 1983. No último ano do período organizou e presidiu o 5º Congresso Brasileiro de Economistas, que contou com a presença de Celso Furtado. Foi eleito conselheiro federal para o período 2007/2009, sendo reeleito para um novo mandato no triênio 2010/2012.

Fonte: Manoel Castanho

Tuesday, December 13, 2011

A Partícula é, realmente, de Deus, mas...


A FÉ TEM QUE SER NOSSA
Ciência também tem muito a haver com crença. Só, aliás, crendo em certas hipóteses é que se começou uma busca pela tal “partícula de Deus”, como é conhecido o bóson de Higgs, elemento que seria fundamental para explicar a origem do Universo. Pelas explicações se recriaram um pequeno “Big Bang” a partir de um acelerador que conseguiu produzir uma colisão de dois de feixes de prótons a 7 tera-elétron volts, criando uma explosão que recriou as condições originais do Planeta. Segundo ainda os cientistas sua existência possibilitaria o surgimento da vida na Terra e, até, em outros locais do universo. As conclusões desta experiência podem ingressar em um campo apenas explorado pela ficção científica, se comprovarem a existência de universos paralelos ou outras dimensões, além das 5 já conhecidas. Não é um projeto isento de críticas não somente pelo alto custo (aproximadamente US$ 10 bilhões), mas, também por defeitos que incluem o risco à existência do planeta. O quê? É. Havia uma pequena possibilidade do planeta inteiro ser consumido caso o resultado obtido pelas colisões não seja exatamente o esperado. Bem não deu errado e, pelo que dizem, está dando certo demais. Assim durante um seminário do Cern, organização que opera o acelerador, cientistas anunciaram que dois experimentos no colisor conseguiram encontrar sinais que podem ser do bóson de Higgs, causando furor na comunidade científica. No entanto, os pesquisadores ainda não tem dados suficientes para reivindicar verdadeiramente a descoberta. Encontrar o bóson de Higgs seria um dos maiores avanços científicos dos últimos 60 anos. De acordo com os cientistas, ela é crucial para a compreensão do universo, mas nunca foi observada em experimentos.
Li a notícia, a partir da manchete, de que os diretores dos dois projetos disseram ter encontrado estas evidências no intervalo de massa entre 124 e 125 giga elétron-volts (GeV) - cerca de 130 vezes mais pesado do que os prótons encontrados no núcleo dos átomos. 'O excesso (referindo-se ao 'pulo' nos dados) pode ser o resultado de uma flutuação, mas também pode ser algo mais interessante. Não podemos excluir nada neste estágio', disse Fabiola Gianotti, porta-voz do Atlas. Guido Tonelli, porta-voz do CMS, disse que 'o excesso é muito compatível com um (bóson de) Higgs do Modelo Padrão nos arredores de 124 giga elétron-volts e abaixo disto. O problema é que também afirma que “a significância estatística dele ainda não é suficiente para dizer nada conclusivo'.'O que vemos é consistente tanto como uma flutuação como com a presença do bóson.' A confirmação estatística da medida obtida pelos experimentos ainda é muito baixa para classificá-la formalmente como uma descoberta. Ou seja, há sinais, mas, nada esta confirmado? É preciso ter muita fé.

Monday, December 12, 2011

Ignacio Ramonet: O Jornalismo está explodindo


Com o auditório lotado, a Universidade de Havana recebeu na última quarta-feira (7) o catedrático e jornalista espanhol radicado na França Ignacio Ramonet, conhecidíssimo em Cuba por seu livro Cem horas com Fidel.

Acompanhado por Alfredo Guevara, presidente do Festival do Novo Cinema Latino-americano, Ramonet conversou com estudantes durante duas horas que passaram voando e deixaram a sensação de que não era um encontro somente com as pessoas que estavam no auditório, mas com os que ocuparão as salas de aula depois e com os que tentam explicar a revolução tecnológica que define a chamada era da informação.
Por isso, não perderam a oportunidade de participar do diálogo. Armaram uma verdadeira guerrilha para transcrever toda a conferência e preparar versões em áudio e vídeo, imediatamente, para compartilhar com todos ideias inteligentes, expostas numa conversação apaixonante e lúcida.


"Para mim é uma grande honra tomar a palavra no seio desta prestigiosa universidade e em particular neste momento para precisamente tratar de evocar os temas de meu último livro que se chama “A explosão do jornalismo”. Espero que possa ser editado e publicado aqui e que os estudantes, em particular os de Comunicação e Jornalismo, se estiverem interesados, possam lê-lo e quiçá esta leitura possa servir para sua carreira e sua própria atividade de comunicadores.
Como eu disse ao Decano da Universidade, eu gostaria de, em um quarto de hora ou vinte minutos, fazer uma pequena síntese do que trata este livro. Quiçá alguns de vocês, se se interessam por Comunicação e Jornalismo, já conheçam outros de meus trabalhos sobre a Comunicação, como A tirania da Comunicação, Como nos vendem a moto ou Propagandas silenciosas... Este livro intitulado A explosão do jornalismo tem um subtítulo: “Dos meios de massa à massa de meios”. Estamos em um momento em que o Jornalismo está explodindo, literalmente explodindo, esencialmente porque recebeu o impacto da internet. Todos vocês conhecem a riqueza do que a internet propõe.
A internet tem uma característica, que é a de permitir a cada um de nós hoje ter um meio de comunicação, graças a tecnologias muito elementares – não precisa ser um sábio tecnológico para utilizar a internet; tecnologias relativamente baratas; não precisa ser um milionário para equipar-se de um telefone inteligente, um iPad ou de um pequeno computador… Claro, em Cuba vocês não têm essas questões (risos).
Mas, há pouco eu estava precisamente em Madri fazendo uma conferência para estudantes, ou no Brasil, pronunciando uma conferência na Universidade de Brasília, e enquanto eu falava os estudantes, em vez de olhar para mim, olhavam para seus telefones, porque estavam todos enviando tweets, quer dizer, pequenas mensagens que resumiam o que eu estava dizendo em 140 caracteres.
Aqui o problema é que vocês têm, talvez, o mais perverso dos bloqueios. Não falo do bloqueio econômico, comercial, que já sabemos até que ponto causa estragos na economía de Cuba há 50 anos. Eu creio que neste momento para vossa geração, para a geração dos estudantes ou dos que têm menos de 30 anos, o bloqueio eletrônico, o bloqueio informático, é pior. Eu diría que aqui, até mesmo quando se tem internet, e nem todo mundo tem, ainda é uma internet pré-histórica.
A internet que eu utilizo, por exemplo, no hotel em que estou hospedado aqui, primeiro custa uma fortuna e ademais é pré-histórica, porque hoje em dia a internet de banda larga permite receber um filme imediatamente, pode-se ver um filme ao vivo, mas aqui para carregar um texto já se perde muito tempo, carregar uma fotografia demora muitíssimo e isso ocorre em razão deste bloqueio eletrônico, que eu espero que se possa suprimir graças ao cabo de conexão com a Venezuela e que vocês possam ter acesso a uma internet livre, porque não ter internet hoje é como se em uma sociedade de outra época não houvesse acesso à imprensa, por exemplo.
E o que a imprensa provocou como mudanças fundamentais em matéria do saber, do conhecimento, da ampliação da cultura, da multiplicação das universidades, da mudança nas elites culturais que o Renascimento provocou, tudo isto é o significado da internet. Que uma geração não possa dispor da internet hoje, é algo que pode ter consequências na maneira de adquirir cultura.Evidentemente há outras maneiras que continuam sendo úteis, mas esta é indispensável. Por isso, eu espero que se possa resolver, em particular, graças a este cabo que vai poder permitir, através da Venezuela e do satélite Simon Bolívar que a Venezuela possui, que vocês disponham como todas as gerações de sua idade do mundo de uma internet rápida de banda larga.

Dinamite
A internet está dinamitando hoje o Jornalismo em escala internacional. Por que? Primeiro porque a internet está permitindo que cada cidadão tenha acesso a uma informação sem absolutamente depender dos grandes meios centrais de antes e, por outro lado, o novo dispositivo tecnológico faz com que cada cidadão não seja únicamente receptor da informação, que foi a norma durante muito tempo desde que existem os meios de comunicação de massas.
Os meios de comunicação de massas não existem há muito tempo. Como vocês sabem, só existem a partir da segunda metade do século 19. As comunicações de massas têm 150 anos, mas com a internet isto está mudando porque antes havia um emissor da mensagem, que definitivamente dominava a comunicação a partir de um polo central, o que eu chamo no livro os “meios-sóis”, quer dizer, o meio era como um sol que é único em nossa galáxia e esse “meio-sol” iluminava, ou ilustrava, ou domesticava os cidadãos.Diferentemente, hoje temos o que eu chamo no livro os “meios-polvo”, porque cada cidadão, ao dispor simplesmente de um telefone inteligente, ou de um pequeno computador ou de um iPad, já pode ele mesmo enviar mensagens, pode corrigir a informação que o meio central deu, pode completar a informação que se deu com imagem, texto, vídeo; ou seja, há uma ruptura dos papéis que até agora estavam definitivamente fixos: o emissor, por uma parte, e o receptor, por outra. O emissor que era ativo e o receptor que era passivo.O receptor podia pensar o que fosse da mensagem que recebia, podia não estar de acordo, podia pensar que a mensagem continha erros ou não era suficientemente completa; mas não podia expressar essas opiniões a não ser em seu entorno. Diferentemente, hoje não só pode expressar, mas ao mesmo tempo pode emitir informação e por conseguinte hoje temos o final do monopólio da informação que os grandes meios dominantes exerceram em nossas sociedades.
Hoje em dia todo mundo produz ou pode produzir informação, no mundo desenvolvido, evidentemente. Não esqueçamos que há uma grande brecha informática, uma grande brecha eletrônica, não esqueçamos que quase a metade da população do mundo, 40%, vive com menos de 2 CUCs (peso conversível cubano) por dia e por conseguinte não tem acesso tampouco à eletrônica, não tem acesso sequer à eletricidade: há 1,5 bilhão de pessoas no mundo que não têm acesso à eletricidade. O que estou dizendo não se aplica ao conjunto do mundo e digamos que nosso mundo continua sendo caracterizado pela pobreza, que é muito importante, embora esteja diminuindo. Nos últimos anos, se calcula que uns 150 milhões de habitantes tenham deixado de ser pobres, em particular na América Latina graças às políticas de desenvolvimento social implementadas em países como Brasil, Argentina, Venezuela, Equador. Estima-se que nos últimos oito anos, apenas na América Latina, 80 milhões de pessonas tenham saído da pobreza, porque há um progresso em particular no caso da América Latina.

Brecha electrônica
Mas há uma brecha eletrônica, por isso não convém generalizar, mas o que digo se aplica em particular aos países desenvolvidos ou a núcleos urbanos no conjunto do mundo, porque até nos países pobres, nas capitais ou nas grandes cidades, existem minorias privilegiadas ou com vida mais confortável que dispõem destas tecnologias e por conseguinte hoje há esta ruptura do monopólio, o que faz com que cada cidadão tenha este caráter, o que eu chamo de “web actor”, um ator da rede. Quer dizer, pode entrar na rede e ao entrar na rede pode modificar, pode comunicar, etc.
As redes sociais ampliaram o fenômeno. Até agora se falava da internet com esta possibilidade de ter um blog, de escrever sua própria versão, editorializar, etc.; mas ultimamente apareceram o que chamamos de redes sociais, quer dizer, o Facebook. Não sei se algum de vocês tem seu próprio perfil no Facebook e também no Twitter; desenvolveu-se dessa maneira a possibilidade de comunicar, de criar grupos que comunicam unicamente através destas redes sociais.
De fato, por exemplo, hoje na França os jovens já não se comunicam com mensagens eletrônicas (SMS), mas, através da caixa de mensagens do Facebook e esta rede social está tendo cada vez mais a possibilidade de transformar-se em um universo de tipo comunicacional total.
Mas, igualmente isto se vai muito rápido. Se tivéssemos falado aqui destes temas há quatro anos, não teríamos mencionado o Twitter, nem o Facebook, nem o iPad, nada disto existia há quatro anos. Isto quer dizer que estamos apenas na alvorada do que a internet pode significar como mudanças importantes. Se tivermos que falar daqui a quatro o cinco anos, é possível que algo como o Facebook já não tenha a importância de agora. Há três ou quatro anos, talvez tivéssemos falado de Myspace. E hoje em dia o Myspace não interessa a ninguém, praticamente já não existe, quando era um fenômeno que preocupava enormemente há alguns anos.

Os escravos da rede
Isto faz com que hoje, por exemplo, quando falamos da profissão de jornalista, nos encontramos diante de uma situação muito particular. Por uma parte se degradou socialmente, quer dizer, nos países desenvolvidos, na medida em que cada pessoa pode hoje propor informação, isso faz com que a quantidade de jornalistas potenciais seja tão grande que em definitivo o estatuto do jornalista se banalizou e a maioria dos jornalistas passou a ter salários muito baixos.
Primeiro, muitos jornais estão fechando, centenas de jornais estão desaparecendo, está se produzindo o que eu chamo uma grande extinção da imprensa de papel, em particular, dezenas de milhares de jornalistas têm perdido seus empregos.
Nos Estados Unidos, nos últimos anos 35 mil jornalistas perderam seus empregos e apesar disso as faculdades de Jornalismo e Comunicação na Europa ou Estados Unidos seguem formando a cada ano centenas de milhares de profissionais que em geral vão ser muito explorados.
Hoje em dia há uma condição. São chamados, em particular, de “escravos da rede” porque os jornais e todos os meios existentes, seja da imprensa escrita, rádio ou televisão, têm agora uma versão on-line e necessitam evidentemente de pessoal para fazer essa versão. Portanto, recrutam pessoas, em particular os jovens que saem das universidades e estão superexplorados: trabalham enormemente e não são bem pagos.
Também há uma degradação da condição social do jornalista, na medida em que os grandes patrões da imprensa ou dos meios de comunicação põem em competição os verdadeiros profissionais com todo aquele ou aquela que oferece informação por um preço muito barato. Até o ponto em que surgiram o que se chama as “fazendas de conteúdo”, quer dizer, há agora uns “fazendeiros” que se dedicam a propor a todos os internautas de todo o mundo que falem espanhol, por exemplo, que escrevam sobre tal ou qual tema e efetivamente recebem milhares de ofertas porque o que mais abunda na terra agora é gente que fez estudos superiores. Nunca houve tantos estudantes como agora. Nunca houve tanta educação como agora e de fato nos países desenvolvidos o maior número dos jovens de uma geração passa pela Universidade.
Isto significa que a maioria dessa geração sabe ler e escrever e pode propor textos no mercado da oferta e da demanda onde tem valor. Então criam-se estas “fazendas”, nas quais estes novos “fazendeiros” têm opções de textos e estes são pendurados na Internet. Em geral, estes textos são sobre temas muito práticos como turismo, gastronomia, jardinagem ou temas da vida cotidiana. Estes textos são pendurados com publicidade e só se paga aos jornalistas que propuseram isto na medida em que os leitores que o leiam na tela de seus computadores vão clicar sobre a publicidade que está em torno do que este ator da rede fez. Apenas se houver cliques na publicidade do lado, se paga aos jornalistas alguns centavos e a norma é que por cada um desses artigos se paga uma miséria.
Esta situação cria, de um lado, esta degradação. Mas também estamos diante de uma ocasião excepcional para a nova geração de jornalistas. Primeiro, nunca os jornalistas estiveram tão bem informados como agora, porque durante muito tempo os jornalistas se formaram de maneira selvagem, como autodidatas, etc. Agora, os jornalistas, os comunicadores, se formam nas universidades. As últimas gerações dos últimos quinze ou vinte anos têm a melhor formação da história do jornalismo. Segundo, estas novas ferramentas tecnológicas permitem agora a um grupo de jovens jornalistas organizar-se com muito pouco material e assim se podem criar novos meios de comunicação, novos jornais, etc.
Em muitos países estão sendo criados muitos jornais na rede e em particular nos Estados Unidos os jornais que existem na rede mudaram a maneira de fazer jornalismo. Criam-se jornais, enquanto outros de novo tipo aparecem, já que quem os está lendo também pode contribuir, quer dizer que não há uma função fixa de emissor e receptor, mas todo emissor é receptor e todo receptor é emissor.
Então com estes há uma perspectiva de que se crie neste momento uma nova geração de jornais eletrônicos, uma nova geração de jornalistas electrônicos, o que faz com que mude a concepção sobre a informação em uma perspectiva mais positiva.

Fonte: O Vermelho

Sunday, December 11, 2011

Um brinde à ceifadora


A verdade é que, embora não a deseje e até mesmotema a morte, não consigo deixar de considerá-la um bem e o desfecho natural da vida. Aliás, que seria da vida sem a morte? A morte como a loucura, no meu pobre entendimento, são as únicas coisas capazes de salvar e renovar o mundo. Basta ver como os mortos que, muitas vezes, em vida eram tidos como pessoas terríveis viram santos. Mas, aqui, já me baseando em Lima Barreto, aproveito para criticar o bom mocismo, o politicamente correto. Barreto dizia que o mundo só deixou as cavernas por causa dos que ousaram desafiar a opinião vigente, que não são os ricos, os burgueses das mercearias e bancos, que mudam o mundo, mas, os que não ligam para o opinião alheia. Se vivo, certamente, ele, que reclamava do Brasil de então, quando se procurava impor a opinião e as ideias dos poderosos de plantão, ficaria se considerando um vidente diante do espetáculo de aulicismo e falta de opinão própria do presente que suspeitava que aconteceria se não houvessem mais os dissidentes. Hoje, os dissidentes, são, no máximo, igual a mim: alguém que crê no futuro porque sabe que o tempo, a morte irá renovar a mediocridade vigente, inclusive a minha, é claro. Viva a morte, apesar de que gosto tanto de viver.

Ilustação: Jan Piller

Saturday, December 10, 2011

Estatisticamente...

Não há como negar que é científico. Se aplicada de forma correta, com uma amostra de boa qualidade é quase certo, aliás, os desvios são insignificantes e os erros mínimos. Logo, quando há um bom uso dos metódos não há como errar. O Luiz Carlos Marques, como sabe que sou um crente na estatística, me encaminha esta preciosidade abaixo para mostrar como, de fato, a estatística funciona bem. Você não concorda?





Governador Confúcio Moura recebe lideranças empresariais


INTERCESSÃO- Líderes empresariais foram pedir que governador interceda junto ao Ministério da Integração para obterem regulamentação de lei que pode beneficiar 60 mil empresários da Amazônia.

Em audiência com o governador do Estado, Confúcio Moura, o presidente do SIMPI-RO, Leonardo Heuler Calmon sobral, disse que o setor produtivo de Rondônia aguarda desde o mês de abril, a regulamentação referente aos artigos 15B, 15C e 15D da lei nº 7.827, que iria permitir que os inadimplentes com Fundo Constitucional do Norte - FNO pudessem negociar suas pendências com os bancos. De acordo com Leonardo, o setor produtivo do norte tem recebido um tratamento discriminatório da SUDAM que precisa ser modificado. A prova é que, no último dia 17 de novembro de 2011, reuniu-se em Belém do Pará o Conselho Deliberativo da SUDAM, e apesar de ter havido uma promessa, depois de insistentes pedido e intensa campanha realizada pelo setor produtivo para que fosse colocado como item de pauta a regulamentação da nova lei, mais uma vez fomos esquecidos, alertou.

Região Norte é discriminada
Por tal razão o presidente do SIMPI, Leonardo Sobral, disse que só resta como alternativa o governador Confúcio Moura fazer as gestões necessárias junto ao Ministro da Integração Nacional, Dr. Fernando Bezerra Coelho, conforme solicitação realizada ontem (9) em audiência com o governador Confúcio Moura. Para ele, somente o governador com sua sensibilidade e determinação poderá mudar os rumos da questão e fazer com que os empresários da Amazônia tenham os mesmos direitos já utilizados pelos empresários nordestinos.
Segundo Leonardo, os inadimplentes no Estado de Rondônia, alcançam o expressivo número de quase 9.000 (nove mil) mutuários. Acredita-se, que levando em consideração a proporção de número de empresas de todos os Estados da região Norte do nosso país, na área da SUDAM, este numero pode chegar a 60.000 (sessenta mil) mutuários.
Leonardo explicou ainda ao governador que caso tenha êxito, beneficiará não só empresas de Rondônia, mas, de toda a região Norte, tomadoras de empréstimos da linha FNO, e que não significará a renuncia de qualquer tipo ou forma, fiscal ou de renda, porque os beneficiados voltarão a produzir e poderão quitar seus débitos. Na verdade, não queremos benesses, mas, apenas o mesmo tratamento dado aos demais brasileiros.
Na opinião de Paulo Honorato, que também esteve na audiência com o governador Confúcio Moura, Rondônia é muito eficaz para produção de energia, madeira, leite, carne para as outras regiões, mas, quando surge uma lei que poderia beneficiar o povo da região, não se faz como no Nordeste, onde a ação política é rápida e coesa. Aqui as coisas não acontecem e até mesmo uma lei que é aproveitada em toda a sua amplitude por lá se torna letra morta para os empresários regionais. Estes ficam somente com a vontade de ter os mesmos direitos que os outros. Precisamos lutar para mudar este tratamento diferenciado contra a região Norte. É preciso que a nossa classe política acorde e nos ajude a ter as mesmas condições de outras regiões ou permaneceremos sendo cidadãos de segunda categoria. Nós, empresários da Amazônia, nos sentimos discriminados, pois, a lei é a mesma para todo o país, mas, os nordestinos gozam de seus favores, enquanto ficamos chupando o dedo e pedindo como favor o que é direito” finalizou Honorato.

Fonte: Simpi Rondônia

Wednesday, December 07, 2011

Uma árvore redonda....

Frutos assim só nas árvores de Jaru


Foto: Adanil Oliveira Rodrigues

Tuesday, December 06, 2011

A revista Isto É deu destaque as cervejas artesanais..


Um mercado florescente
Até pelo clima, ainda mais para quem vive na Amazônia, a cerveja é a bebida por excelência do brasileiro (mesmo que a cachaça seja uma marca nacional e, sem dúvida, uma jabuticaba nossa). De qualquer forma a verdade é que, embora as grandes cervejarias, dominem inteiramente o mercado já se nota que existe, e hoje até algumas importadas ocupam já um espaço significativo, demanda para novos sabores. A revista identifica com competência um novo nicho de negócios que se abre para empreendedores que gostam do ramo de bebidas.

Monday, December 05, 2011

Vou-me embora para Kepler 22-b


A Nasa confirmou que informou seu telescópio espacial Kepler observou a existência do primeiro planeta habitável numa região fora do sistema solar. Os cientistas franceses confirmaram, no início do ano, haviam confirmado a existência do primeiro planeta fora do sistema solar a atender às exigências para a manutenção da vida, conhecido como Gliese 581d, mas, o Kepler 22b, visto pela primeira vez em 2009, foi o primeiro cujas características puderam ser confirmadas pela agência espacial norte-americana. A confirmação significa que os astrônomos viram o planeta cruzar a frente de sua estrela três vezes. William Borucki, principal pesquisador do Kepler no Centro de Pesquisas Ames, da Nasa, afirmou que "A fortuna sorriu para nós com a detecção do primeiro planeta". O Kepler-22b está há 600 anos-luz de distância e é maior do que a Terra. O planeta tem uma órbita de 290 dias ao redor de sua estrela.
A Nasa também anunciou que o Kepler descobriu mais de 1.000 planetas com potencial de abrigar vida, duas vezes o número previamente localizado, segundo uma pesquisa que está sendo apresentada numa conferência realizada na Califórnia nesta semana. Um dia destes, com este mundo mudado e poluído, chegamos lá.
Fonte: Dow Jones.

Sunday, December 04, 2011

Thursday, December 01, 2011

Economia informal ainda é muito grande


FATIA SIGNIFICATIVA- A "economia subterrânea" corresponderam a R$ 653,4 bilhões neste ano, o equivalente a uma fatia de 17,2% do PIB (Produto Interno Bruto).

Mesmo sendo bem maior do que nos países desenvolvidos, onde se estima seja cerca de 10% do PIB, a economia subterrânea no Brasil, que vem perdendo algum espaço ano a ano, por conta de medidas que tentam inserir os informais na economia, ainda continua tendo muito peso. Se, em 2003, equivalia a 21%, continua, em 2010, a representar
17,7% do PIB em 2010, conforme foi divulgado por pesquisa da FGV (Fundação Getulio Vargas) e do Etco (Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial).
Segundo Roberto Abdenur, presidente do Etco, a maior formalização do mercado de trabalho e iniciativas do governo como o criação da figura do microempreendedor individual ajudaram a informalidade a ceder. O executivo calcula, porém, que o Estado brasileiro ainda perde cerca de R$ 200 bilhões ao ano em tributos em razão da informalidade. "Esses recursos poderiam ser bem melhor empregados se estivessem na mão do Estado, sob a forma de imposto."
Fernando de Hollanda Barbosa Filho, economista da FGV, diz que a tendência de queda da informalidade, porém, é consistente e tende a se manter. Segundo Barbosa, o cálculo das atividades ilegais (contrabando, tráfico e outras) é feito com base no uso de moeda. A FGV usa um modelo desenvolvido nos EUA pelo qual é criado um índice que faz a proporção de dinheiro em circulação em relação aos depósitos no sistema bancário. Se o uso de dinheiro cresce de um ano para o outro sem explicação (como, por exemplo, o avanço da renda), trata-se de um indício de aumento das atividades ilegais.